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Archive for Maio, 2008

Pois é. Segundo o blogue Cognitive Daily (parte do ScienceBlogs e escrito pelo Dave Munger), a malta dos Macs tem menos… ehhhh… apetência… para emprestar os seus gadgets. Os utilizadores Linux não ficam muito atrás. Os dos PCs são uns mãos largas.

O Dave Munger sugere uma explicação:

I do have a guess at why Mac users might by stingier with their gizmos. It’s because Mac users have invested more in their technology. Not only are Macs considered “luxury” computers, but Mac users have to deal with the fact that their computers aren’t always 100 percent compatible with the rest of the world. If they’re willing to sacrifice this much for their computers, it’s a safe bet that they’re also more protective of their technology. It’s almost the same reason a BMW owner is less likely to let you borrow her car than a Ford owner.

No meu caso, sou franca: há pessoas a quem empresto os meus gadgets… a outros nem por isso. E depende do gadget, claro.

O meu filho pode usar o meu iPod, desde que jogue com ele sentado sossegadinho (não vale andar aos pulos). Pode utilizar o iMac à vontade, mas sabe que há regras (tipo: as mãozitas têm que estar limpas e não devem tocar no monitor). Mas ainda me lembro que quase me irritei com um aluno que teimava em apontar com o dedo para o monitor do meu MBP, tocando-o *violentamente*. Grrrr! “Tira o dedo gorducho daí, pá!”

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Depois de andar com o nariz enfiado em revisões da tese (tá quase, quase no fim…) cumpre-me dizer o seguinte (leiam isto como uma série de pensamentos em sumário, ordenados cronologicamente):

1. Então ausento-me durante 48h e a blogoesfera é tomada de assalto?!

2. Ah, parece que há uns senhores que foram ao canal 3 da têvê dizer alarvidades.

3. Uh?! Irra. Livra. Que tótós.

4. As alarvidades, se ouvidas e vistas de um certo ângulo, até têm graça (de tão patéticas).

5. Mais do que graça, espelham a tristeza da maioria do jornalismo nacional. (Ou seja, como diria o meu avô, quando era vivo: “que grande caca!”)

6. O melhor de tudo é ler as reacções na blogoesfera… Dessa gente que eu mal conheço, os tais terroristas, isoladinhos e tristonhos. Bem dito, boa gente. 🙂

7. Estou a pensar em estampar uma t-shirt com o seguinte dizer:

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Se ouviram o último TriploExpresso sabem que um dos temas que dominou o episódio foram os blogues e como podemos lê-los. Uma das formas é via subscrição dos RSS feeds dos blogues ou websites escolhidos. De entre as várias formas que permitem fazer isso está o Google Reader, escolhido por muitos como favorito pela possibilidade de ser utilizado pelos vários sistemas operativos, por poder ser acedido em qualquer local onde possamos utilizar um browser e pela sua potente simplicidade.

Contudo, outros (como eu) preferem aplicações autónomas dos browsers, apesar de sentirem a falta da tal universalidade de utilização (em qualquer lugar, em qualquer altura, desde que tenhamos ligação à net).

E que tal podermos juntar os dois formatos de forma apelativa?

Ora bem, surgiu recentemente uma aplicação que permite visualizar as subscrições do Google Reader no desktop. E fá-lo de uma forma extremamente agradável (e Mac friendly). Trata-se do ReaderAIr e está disponível para Mac e para Windows, mediante Apache License; ou seja, é freeware. Utiliza a plataforma Adobe Air, como por exemplo o Twhirl para aceder ao Twitter.

Os passos de instalação são simples:

1) Ter o Adobe Air instalado.

2) Descarregar o ReaderAir e instalá-lo.

3) Preencher a janela (que surge de imediato, após lançarmos a aplicação) com os nossos dados do Google Reader.

4) Esperar a sincronização dos feeds.

5) Voilá!

Janela principal do ReaderAir.

A aplicação ainda vai no início de vida, mas do que experimentei é simples e relativamente sólida. Podem saber mais sobre ReaderAIr na sua página oficial (onde acedem também ao descarregamento) e na pequena avaliação que o MacApper fez ainda agorinha.

ReaderAir na dock do Leopard.

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Depois do projecto ter sido divulgado no ano passado, a notícia corre agora os media internacionais a partir de Cannes.

Segundo a Reuters:

Portugal’s most famous singer will soon be immortalized on film.

Fado-singing legend Amalia Rodrigues, who died nine years ago at the age of 79, will be the subject of “Amalia,” starring 29-year-old stage actress Sandra Barata Belo. The film will be directed by Carlos Coelho da Silva.

The $5 million film — large by Portuguese standards — will follow Rodrigues’ transformation from poverty-stricken youth to national treasure and international star. It should be completed by the end of this year, and available for distribution in early 2009.

Para quem não sabe, o Carlos Coelho da Silva realizou “O Crime do Padre Amaro”.

A VC Filmes/Valentim de Carvalho (detentora dos direitos das canções de Amália Rodrigues) irá investir c. 3 milhões de euros no projecto deste filme que começará a ser filmado no próximo mês.

O filme sobre a Amália filme conta ainda com o apoio da RTP e espera-se também uma versão para televisão, em dois episódios.

Estou curiosa em ver os resultados. De uma coisa tenho a certeza, será um êxito por cá e no Japão. Veremos se vai tão longe como o “La Vie en Rose” (donde a VC Filmes, segundo consta, tirou a ideia).

Ah, e o jornalista da Reuters está errado: há muito tempo que a Amália é imortal, até mesmo em filmes.

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Aparentemente a Microsoft vai iniciar um novo sistema de publicidade no Zune que, paralelamente, facultará acesso a música grátis:

Matt Rosoff da CNET falou com Mark Kroese da Microsoft que lhe explicou como coisa se irá passar:

Any such advertising would be opt-in — the scenario he demonstrated yesterday would require users to choose to become friends with the musician, then choose again to have that musician’s Doritos-sponsored playlist synced to their device. He also pointed out that only the musician’s social card would contain the Doritos branding — when you played those songs within your own library, they’d be brand-free. Finally, he said that Microsoft understands the importance of appropriate branding, and would look for advertisers who music listeners would actively want to associate themselves.

É, de novo, a galinha dos ovos de oiro a chegar aos leitores de músical digital.

Pergunta: quantos se importam de ter publicidade, se em troca receberem qualquer coisa de borla? (No meu caso, é bem provável que eu me importe… Prefiro pagar um pouco e não ter distracções publicitárias. Mas isso sou eu.)

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A IconFactory tem conjuntos de ícones dedicados aos filmes do Indiana Jones, cada um com os temas dos três primeiros filmes da tetralogia (o quarto conjunto, dedicado ao novo filme, deverá ser disponibilizado brevemente).

Podem ser descarregados em 3 versões: icontainer (para o CandyBar, aplicação que organiza icones e barras da dock no Leopard), ícones para Mac e ícones para Windows. O icontainer incluí também docks personalizadas.

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Portugal pode-se orgulhar (isto para não andarmos sempre no choradinho dos desgraçadinhos) de ter a 7ª posição mundial no Índice Global de Paz 2008.

Podem saber a posição dos demais países aqui e a metodologia acolá.

Nota: Pelos vistos as “batalhas” do PSD ainda não contam para estas coisas…

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